A situação
Liberdade provisória e revogação da preventiva: qual é a diferença
A liberdade provisória substitui a prisão em flagrante. O juiz pode concedê-la na audiência de custódia ou depois, a pedido da defesa, com ou sem fiança e com ou sem medidas cautelares (arts. 310, 319 e 321 do Código de Processo Penal).
A revogação vale para quem já está em prisão preventiva decretada pelo juiz. A defesa mostra que os motivos do art. 312 deixaram de existir ou não estavam presentes, e o juiz pode revogar a prisão (art. 316). O mesmo artigo obriga o juiz a revisar a necessidade da preventiva a cada 90 dias.
Situações em que o escritório costuma ser procurado
- CustódiaA prisão foi mantida na audiência de custódiaO flagrante virou preventiva e a família quer saber se ainda é possível pedir a liberdade.
- Fatos novosA situação de quem está preso mudouEmprego, residência comprovada ou o fim de uma etapa da investigação podem mudar a análise da prisão.
- FiançaO juiz fixou fiançaA família precisa entender o valor, como depositar e o que acontece quando não há condições de pagar.
- CautelaresHá condições a cumprirComparecimento em juízo, recolhimento noturno ou monitoração eletrônica precisam ser cumpridos à risca.